Política

Paulo Afonso - Bahia - 03/12/2025

Jogos Online Criados por Prefeituras: Entre o Lazer e o Risco Social

Portal da Feira
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Jogos Online Criados por Prefeituras: Entre o Lazer e o Risco SocialEm municípios onde falta empreg
Jogos Online Criados por Prefeituras: Entre o Lazer e o Risco SocialEm municípios onde falta empreg

Nos últimos anos, diversas prefeituras brasileiras têm anunciado projetos de criação de jogos online como forma de “incentivar a cultura digital” e “gerar recursos para saúde e educação”. A proposta, no entanto, vem sendo alvo de críticas severas de especialistas, famílias e representantes da sociedade civil, que enxergam nesses projetos um risco social e econômico de grandes proporções.

O impacto nas famílias e Casos de suicídio e saúde mental

Orçamento doméstico em risco: Muitos lares já enfrentam dificuldades financeiras. O incentivo ao gasto em jogos pode significar literalmente tirar o dinheiro do pão da mesa.

Endividamento silencioso: A promessa de diversão esconde a realidade de famílias endividadas, com jovens e adultos comprometendo parte da renda em apostas digitais.

Dependência digital: Psicólogos alertam que jogos online com dinâmica de recompensa rápida podem gerar vício, ansiedade e depressão.

Tragédias reais: Há registros de casos de suicídio relacionados à compulsão por jogos, mostrando que o problema vai além do entretenimento.

Cidades sem emprego e promessas não cumpridas e o golpe legislativo

Desvio de prioridades: Em municípios onde falta emprego e infraestrutura básica, investir em jogos soa como contradição.

Pretexto de saúde e educação: Prefeituras alegam que os recursos arrecadados serão destinados a áreas essenciais, mas especialistas denunciam que, na prática, empresas privadas assumem a administração com lucros altíssimos, enquanto pouco chega às escolas e hospitais.

Aprovação sem transparência: Projetos são aprovados em câmaras municipais sem permitir vistas do processo, impedindo que vereadores e cidadãos tenham acesso às informações completas.

Democracia fragilizada: A falta de debate público e transparência mina a confiança da população nas instituições.

Na cidade de Paulo Afonso, Bahia, moradores denunciam que o parlamento local tem conduzido votações “a ferro e fogo”, sem dignidade e respeito ao povo. 

A crítica é de que interesses empresariais se sobrepõem ao bem-estar coletivo, deixando a população enganada e sem voz.


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