
A democracia não se sustenta sem transparência. E em Paulo Afonso, o que deveria ser um direito básico — o acesso à informação pública — virou um labirinto de omissões, evasivas e silêncio institucional. A gestão do prefeito Mário Galinho, que tanto investe em publicidade e eventos, parece ter esquecido que governar é, acima de tudo, prestar contas ao povo.
O jornalismo do Diário D4, comprometido com a verdade e com os interesses da população, abriu procedimento junto ao Ministério Público (NOTÍCIA DE FATO Nº 705.9.421337/2025) para obrigar a prefeitura a responder o que há meses se recusa a esclarecer. A lista de empresas envolvidas no suposto rombo de R$ 42 milhões deixado pela gestão anterior (informações prestadas na câmara de vereadores pela ex-secretária Renata), a relação de pacientes que aguardam cirurgias eletivas (Comentários não oficiais que gira em torno de 400 a 600), os dados sobre patologias, médicos e procedimentos realizados — tudo isso permanece trancado em uma caixa preta que a atual administração insiste em manter lacrada.