
Enquanto os políticos pauloafonsinos e baianos de diferentes correntes ideológicas disputam a autoria, a paternidade do hospital Universitário que está sendo construído na cidade, a segunda ponte de PA segue como uma obra que ninguém quer assumir a paternidade.
Todavia, não vamos esquecer que no sábado (30) de maio, durante lançamento do Programa de Governo Participativo (PGP) anunciado efusivamente em Paulo Afonso, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou a construção de uma nova ponte de acesso à Ilha de Paulo Afonso, uma das obras mais aguardadas pela população nas últimas décadas.
Seguindo a linha, o senador Otto Alencar, um dos principais aliados da gestão municipal em Brasília, que garantiu a destinação de R$ 20 milhões em emendas parlamentares para contribuir com a execução do projeto. Haja óleo de peroba!
Vale apena lembrar por oportuno que as atribuições de responsabilidade continuam sendo usadas como instrumento político, como já acontecia nas décadas de 70 e 80. Hoje, o próprio governador do estado, deputados estaduais, federais e o prefeito repetem o mesmo discurso daquele período, enquanto a extrema necessidade da segunda ponte envelhece sem receber o mínimo necessário de objetividade. Um obra de extrema relevância, mas, infelizmente, ninguém sabe quem é o pai.