Política

Paulo Afonso - Bahia - 11/05/2026

Um ano e meio após ser eleito, prefeito coleciona escândalos e crises na gestão: PA não tem o que comemorar

Bob Charles DRT BA 3.913
Divulgação

Paulo Afonso  completa um ano e  meio desde a eleição de Mário César Barreto Azevedo. O que deveria ser um marco de renovação política se transformou em um período de instabilidade, escândalos e desorganização administrativa. Desde que assumiu o comando da cidade, acumula denúncias, desgastes e crises que paralisaram o funcionamento da máquina pública.

Em vez de austeridade, a gestão tem sido marcada por gastos excessivos e decisões questionáveis. O contraste entre o luxo das festas e o abandono dos serviços públicos expõe o descompasso entre o discurso e a prática.

Paulo Afonso  vive hoje um colapso administrativo generalizado. Professores relatam dificuldades para receber seus proventos, e a insatisfação se espalha entre as categorias do funcionalismo.

Ainda na educação, escolas municipais operam em situação precária, com infiltrações, e carência de materiais básicos. Professores denunciam o abandono e a ausência de investimentos.

Na saúde, o cenário é ainda mais grave: faltam medicamentos, profissionais e insumos em unidades básicas, enquanto pacientes enfrentam longas filas e desassistência.

Em meio a esse caos, o prefeito acaba de contratar a cantora Joelma por  R$ 550 mil reais. O valor provocou indignação popular e protestos de moradores.

O resultado é uma cidade estagnada, com servidores desmotivados, serviços essenciais em colapso e um governo que se mostra incapaz de responder às demandas mais básicas da população.

Um ano e meio  após a vitória nas urnas, Paulo Afonso não tem o que comemorar. A gestão do galo se tornou sinônimo de crise, desordem e retrocesso, deixando a população refém de uma administração que prometeu mudança e entregou instabilidade.


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