
Da editoria - A gestão do prefeito de Paulo Afonso, Mário César Barreto Azevedo é considerada ruim porque ele não atende às expectativas dos cidadãos, resultando em descontentamento e desânimo. Isso pode ocorrer por diversas razões, como a falta de planejamento, a má gestão de recursos públicos, a falta de transparência, ou a ineficiência na execução de políticas públicas.
Os cidadãos têm o direito de criticar a gestão municipal, mas devem exercer esse direito com equilíbrio e responsabilidade.
Por não exercer bem o seu papel de gestor o prefeito Mário Galinho tem sido alvo de críticas severas e justificadas.
Há gestores que transformam crises em oportunidades. Em Paulo Afonso, o prefeito Mário César Barreto Azevedo conseguiu algo mais raro: transformar a expectativa esperança do pauloafonsino em símbolo do fracasso administrativo. O eleitor não previu esse fiasco.
A pergunta que ecoa pela cidade é simples: o que mudaria até o fim do ano? A resposta é ainda mais simples e cruel: absolutamente nada. Trocar nomes de secretários não corrige incompetência acumulada, apenas escancara desorganização e improviso.
O desastre ganha contornos ainda mais graves quando se descobre que tudo acontece com dinheiro público. Uma "farra" com o dinheiro público virou o símbolo perfeito dessa gestão: Isso é responsabilidade direta do prefeito. O fato é que Paulo Afonso vive, hoje, o pior momento dos últimos tempos, reflexo direto de uma administração desastrosa.
Não será surpresa se faixas começarem a surgir pela cidade com frases como: "Saudade do prefeito Anilton "Até o Conde era melhor", "Volta Conde ou até " Conde faria melhor". A memória coletiva funciona assim: só sentimos saudade quando o presente é insuportável.
Se a cidade vive um caos administrativo, parte da responsabilidade também recai sobre a Câmara de Vereadores. Eles são fiscais do povo, ou deveriam ser. A omissão política, quando o Legislativo cruza os braços diante do desastre, é tão nociva quanto a má gestão. A falta de fiscalização gera inércia, vácuos de poder e prejuízos diretos à população.
