
Quem caminha por Paulo Afonso nos dias de hoje nota algo diferente no ar. Não é só o vazio no interior das lojas, o descontentamento do empresariado, o transito na ponte de acesso, o lixo nas ruas, cães vadios nas rua a cima rua a baixo, o mar de baroneses na prainha que afastam os turistas e moradores.
É uma cidade em movimento, porém, sem obras, sem avanços na saúde e, sobretudo, um gestor que não administra, que não se mistura à população, sempre sisudo e não escuta ninguém.
Esse é Mário César Barreto Azevedo, o prefeito que vem manchando a nova página da história política de Paulo Afonso — sem carisma, sem eficiência e uma impopularidade que ultrapassa limites.
Mário Cesar Barreto Azevedo, também chamado de galinho, é, antes de tudo, gente como a gente. Todavia, não anda nas ruas, não visita os bairros, não abraça os moradores, não sorri para as crianças e não ouve com atenção as demandas do povo.
É essa postura autoritária e inacessível — que surpreende até oposicionistas — é um dos segredos da sua impressionante desaprovação. Mais da metade da população avalia o prefeito com expressivos 65,9% de desaprovação. Um número que fala por si — mas não fala de: eficiência administrativa, responsabilidade e compromisso. Poucos políticos honram a palavra. Mário Galinho parecia ser um deles, mas nao foi
“Gostaria de reforçar que a culpa de Mário Galinho ser prefeito de Paulo Afonso também é da população”.