
Um caso grave está gerando revolta. A Justiça determinou a transferência urgente de uma paciente idosa, com uso de UTI móvel e suporte completo. O prazo determinado foi 24 horas - Conclusão: a ordem não foi cumprida. Enquanto isso, a Prefeitura de Paulo Afonso já teria gasto mais de R$ 21 milhões em festas.
A comparação levanta indignação: não há recurso ou gestão para salvar uma vida, mas há milhões para eventos?
Segundo os autos: A acompanhante da paciente teria sido induzida a assinar um documento enganoso - Acreditando autorizar a transferência, Mas, na prática, seria um cancelamento.
A defesa aponta: • indução ao erro - • tentativa de alterar a verdade dos fatos - • criação de obstáculo ao cumprimento da decisão
Mesmo com: decisão judicial clara - bloqueio de verbas autorizado - hospital apto para receber a paciente. A transferência não aconteceu e consequências podem ser graves
Diante do cenário, foram pedidos na Justiça: Novo bloqueio de verbas públicas - Contratação imediata de UTI móvel - Multa diária ao gestor (até R$ 5 mil) - Multa por ato atentatório à Justiça. Investigação por: • desobediência • prevaricação, a justiça deve analisar o pleito nas próximas horas por se tratar de urgência.
Se confirmadas as irregularidades, o caso pode gerar: Responsabilização pessoal de autoridades, Sanções financeiras, Investigação criminal.
A PERGUNTA QUE FICA: quanto vale uma vida em Paulo Afonso?