Política

Paulo Afonso - Bahia - 05/03/2026

Calote

Da redação
Divulgação

O voto não é uma mercadoria que se possa vender e tampouco que se devesse comprar, é sim, o que denominamos chamar de soberania popular, até porque, nas sociedades minimamente politizadas o mercado eleitoral praticamente não existe.

Como uma parcela considerável dos nossos eleitores chega às vésperas das nossas eleições alimentando a esperança que irá receber algumas vantagens, como se diz na gíria, se junta a fome com a vontade de comer, e o nosso mercado eleitoral continua sendo realimentando.

Quando um candidato, pessoalmente, ou através dos seus cabos-eleitorais entra em ação e buscando comprar votos, em princípio, criminosos já os são, mas os eleitores só se tornam cúmplices do mesmo crime caso quando recebe o que lhes forem ofertados e os recompensem com os seus votos.

Não será buscando realçar a importância do voto que os nossos eleitores, sobretudo, os mais vulneráveis, que a nossa Justiça Eleitoral, efetivamente, irá combater o nosso já bastante viciado mercado eleitoral.

Mirem-se no exemplo da eleição para vereador e prefeito em Paulo Afonso, em 2024. Falam que quase todos os vereadores eleitos, especialmente Paulo TATU, compraram  votos e veja no que deu: NADA. Assim,. Se um candidato insistir em comprar o seu voto receba o que lhes for ofertado e passe-lhes um oportuno calote. 

Lamentavelmente, o povo, enquanto soberano, só assim efetivamente se tornará quando conscientemente os nossos eleitores passarem a votar em candidatos que lhes inspirem o mínimo de confiança e credibilidade, condicionantes que não existe nos candidatos que se elegerem comprando votos. Para estes, vale a regra: pagou levou.

 

 

 

 

 


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