
O fim de um mandato como deputado federal vai muito além da perda do salário mensal. Discussões sobre o cancelamento de passaportes diplomáticos de ex-parlamentares trouxeram à tona a longa lista de benefícios e poderes que deixam de existir quando um congressista deixa a Câmara dos Deputados, em Brasília. A estrutura oferecida pelo cargo é ampla e impacta diretamente a rotina e a influência política de quem o ocupa.
Deixar o Congresso Nacional significa o fim de um pacote de vantagens financeiras e jurídicas. O salário bruto, fixado em R$ 46.366,19 desde fevereiro de 2025, é apenas o ponto de partida.
A estrutura de trabalho também é drasticamente reduzida. A verba de gabinete, um valor mensal de R$ 133.170,54, deixa de existir. Esse recurso é utilizado para contratar até 25 assessores que auxiliam nas atividades parlamentares. Sem o mandato, essa equipe é exonerada.
Em Paulo Afonso o deputado federal Mário Negromonte Júnior (PP) busca a reeleição e a advogada Luiza de Deus tenta seu primeiro mandato.
26/01