
Em Paulo Afonso circulam rumores sobre o estado de precariedade da estrutura da Guarda Civil Municipal. Segundo informações não confirmadas, há uma escassez de servidores, atrasos em promoções e progressões e falta de diálogo com a categoria.
Além da escassez de pessoal, uma das principais preocupações do sindicato é a redução do efetivo. Atualmente, a guarda conta com um quantitativo diminuto de agentes na ativa. O efetivo é considerado insuficiente para a demanda local.
Quanto à estrutura operacional, a categoria aponta a ausência de equipamentos adequados para o exercício das funções. Além disso, os profissionais relatam extrema dificuldade na falta de combustível para os viaturas.
De acordo com informações, os agentes enfrentam entraves na valorização da carreira, com atrasos significativos nas promoções e progressões salariais.
A categoria alega que a gestão municipal tem ignorado as tentativas de diálogo. Dessa forma, mantém os canais de conversação fechados com a representação da categoria.
O que diz a prefeitura?
A Prefeitura de Paulo Afonso não enviou posicionamento até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto.
26/01