Política

Paulo Afonso - Bahia - 26/12/2025

Um ano após ser eleito, prefeito não tem o que comemorar

Bob Charles DRT BA 3.913
Divulgação

Paulo Afonso  completa hoje um ano desde a eleição de Mário César Barreto Azevedo (PSD). O que deveria ser um marco de renovação política se transformou em um período de instabilidade e desorganização administrativa. Desde que assumiu o comando da cidade, o prefeito acumula denúncias, desgastes e crises que paralisaram o funcionamento da máquina pública.

Na Câmara de vereadores a situação é semelhante. Denúncias apontam alguns vereadores  como responsáveis por corrupção eleitoral, compra de votos na eleição do ano passado.  Mesmo com algumas evidencias, esses vereadores seguem no cargo amparados por recursos e medidas judiciais.

Em vez de austeridade, a gestão de Mário César Barreto Azevedo tem sido marcada por gastos excessivos e decisões questionáveis. O contraste entre o luxo das festas e o abandono dos serviços públicos expõe o descompasso entre o discurso e a prática.

Paulo Afonso  vive hoje um colapso administrativo generalizado. Ex-Servidores municipais demitidos há um ano seguem com seus salários atrasados e a insatisfação se espalha entre as categorias do funcionalismo.

Na saúde, o cenário é ainda mais grave: faltam medicamentos, profissionais e insumos em unidades básicas, enquanto pacientes enfrentam longas filas e desassistência. Tendo que se submeter a humilhação do TFD.

Em meio a esse caos, ainda falta o prefeito gratificar a população com  aumento do IPTU. O reajuste deve gerar indignação popular e protestos dos moradores.

O resultado é uma cidade estagnada, com servidores desmotivados, serviços essenciais em colapso e um governo que se mostra incapaz de responder às demandas mais básicas da população.

A cidade, que esperava mudança, agora vê seu prefeito cercado por indagações, restrições e descrédito, símbolo do colapso ético e moral que domina Paulo Afonso.

Um advogado foi categórico ao afirmar: “Paulo Afonso é uma cidade tomada pelo tráfico de influência dentro dos órgãos públicos.” A frase, dura e simbólica, sintetiza o abismo ético e moral em que o município mergulhou. As investigações apontam que estão usando a estrutura da Prefeitura para se beneficiar com cargos, contratos e influência política. 

O clima em Paulo Afonso é de desgaste, desconfiança e desesperança. Um ano após a vitória nas urnas, Paulo Afonso  não tem o que comemorar.

A gestão Mário César Barreto Azevedo  se tornou sinônimo de crise, desordem e retrocesso, deixando a população refém de uma administração que prometeu mudança e entregou instabilidade.


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