
Não é necessário ser economista para concluir que Paulo Afonso figura em uma posição relativamente crítica no ranking que se refere a Inserção Econômica dos Jovens, considerando a proporção de pessoas entre 15 e 29 anos que estudam e não trabalham. Uma quantidade mínima dos jovens pauloafonsinos está inserida neste contexto.
A análise aponta que o baixo nível de qualificação da mão de obra é um dos principais desafios ao desenvolvimento econômico e social da cidade. A olho nú, nota-se que Paulo Afonso talvez ocupe uma das últimas posições no ranking estadual de inserção econômica de jovens no mercado de trabalho.
O maior empregador no município é o poder público. Quem tem mão de obra qualificada está trabalhando fora do município.
