
O ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo) reafirmou, nesta terça-feira (26), sua pré-candidatura ao Governo da Bahia para as eleições de 2026. P o ex parlamentar inclusive com boa penetração em Paulo Afonso, criticou duramente a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e afirmou que sua principal motivação é “provar que a Bahia não é de esquerda”, apresentando-se como alternativa ao grupo que governa o Estado há quase 20 anos.
Aleluia diz ter voltado ao ‘jogo’ porque a ‘Bahia está perdendo’
Engenheiro eletricista e ex-deputado federal por seis mandatos, Aleluia já integrou o Partido da Frente Liberal (PFL) e o União Brasil, além de ser ex-aliado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB) e do seu avô, o ex-senador Antônio Carlos Magalhães.
Aleluia estava afastado da política, mas decidiu retomar a carreira por acreditar que o Estado atravessa uma fase de retrocessos. Aleluia registra nesse primeiro momento apenas 1% das intenções de voto na corrida ao governo em 2026. No levantamento, ACM Neto lidera as intenções de voto com 41%, enquanto Jerônimo apareceu com 34%
“Eu estava com a chuteira pendurada, mas resolvi voltar porque o time que eu defendo, que é a Bahia, está perdendo muito. Voltei para mostrar que a Bahia, sobretudo o interior, não é de esquerda”, afirmou.
“É claro que há prefeitos e lideranças que apoiam o governo estadual, mas muitos fazem isso por governismo, para tentar ajudar suas cidades. Acredito que é possível construir uma alternativa real”, completou. “A Bahia não pode continuar descendo a ladeira. É preciso um governo capaz de entregar segurança, educação de qualidade e oportunidades”, disse.
Alianças e posicionamento político
Sobre articulações eleitorais, Aleluia garantiu que sua pré-candidatura não é para compor chapas, mas para disputar o governo. “Tenho amizade com ACM Neto e João Roma, com quem já trabalhei, mas não sou pré-candidato para ser vice de ninguém. Estou na disputa para construir uma Bahia decente, com mais segurança, liberdade econômica e oportunidades”, afirmou.
Aleluia reforça: “Voltei porque acredito que a Bahia merece uma gestão decente, capaz de enfrentar a violência, gerar oportunidades e respeitar as tradições do nosso povo. Minha candidatura é para provar que a Bahia não é de esquerda”.
