
Mais um capítulo do desgoverno que tomou conta da Prefeitura de Paulo Afonso. Nesta quinta-feira (14), o sub Secretário de Turismo, Caio Arruda, pediu demissão deixando claro que não dá mais para compactuar com o caos instalado na administração de Mário César.
O empresário durou menos de oito meses — o suficiente para constatar o nível de confusão e amadorismo que impera na gestão MCBA.
Segundo relatos internos, um dos ex-secretários jogou a toalha após constatar que a gestão virou refém da inexperiência administrativa e do descontrole político do prefeito MCBA.
Vale lembrar que ele não foi o primeiro a abandonar o barco. Antes dele, William Campos — também pediu exoneração: não há como trabalhar em um ambiente tomado por vaidade, despreparo e arbitrariedade.
Em menos de oito meses, quatro secretários experientes e reconhecidos, renunciaram ao cargo. Coincidência? Fontes ouvidas são categóricas: o denominador comum é Mário Galinho .
Sem nunca ter administrado uma empresa ou sequer um gabinete de maneira eficiente, Mário César Barreto de Azevedo ignora os fundamentos mais básicos da gestão pública. É descrito por servidores como impulsivo, autoritário, despreparado e alheio ao diálogo técnico— um enfeite institucional.
Enquanto isso, a saúde pública de Paulo Afonso afunda. A população sente na pele os reflexos do abandono: unidades desorganizadas, profissionais desmotivados e uma gestão que parece mais empenhada em marketing político do que em cuidar das pessoas.
A administração de Mário Galinho vai se consolidando como uma das mais confusas, despreparadas e sem rumo da história recente de Paulo Afonso. Um governo que mistura voluntarismo com autoritarismo, improviso com arrogância — e entrega como resultado uma cidade paralisada e uma saúde pública em frangalhos.
Até quando Paulo Afonso vai suportar essa experiência fracassada?