
O Hospital Nair Alves de Souza (HNAS), em Paulo Afonso, tem enfrentado há algum tempo uma intensa demanda de atendimentos. Referência na região há mais de seis décadas, o hospital ao longo dos anos, sempre atendeu pacientes dos estados de Alagoas, Sergipe, Pernanbuco e Bahia, o que sempre sobrecarregou sua estrutura.O peso veio recentemente.
A direção daquela unidade reconhece que opera acima da capacidade, mas segue atuando do jeito que pode para garantir a continuidade da assistência.
A precariedade do HNAS reforça a discussão da construção do tão propalado Hospital Universitário. A situação tem sido acompanhada por autoridades locais, que ha muito discutem a viabilidade sobre novas estruturas hospitalares na cidade, com o objetivo de ampliar a cobertura da rede pública e desafogar o HNAS e o hospital do BTN, mas a conversa tem sido só da boca pra fora.
Dois pontos criticos que chamam a atenção da classe política à responsabilidade em Paulo Agonso: a construção do hospital Universitário e a segunda ponte (SIC). O professor Sydney embora não seja detentor de cargo político, não tem medido esforços para garantir e agilizar os procedimentos da construção HUPAV.