Esporte

Paulo Afonso - Bahia - 12/07/2025

Fábio Carille é apresentado pelo Vitória e comanda primeiro treino antes de enfrentar o Inter

Pedro Carreiro - Correio da Bahia
Crédito: Victor Ferreira/EC Vitória

A sessão de treino desta sexta-feira foi, inclusive, a última antes da partida contra o Internacional, que acontece neste sábado (12), às 16h30, no Beira-Rio, pela 13ª rodada do Brasileirão. O calendário apertado seguirá sendo um desafio para a equipe, que terá uma sequência de cinco partidas em apenas 14 dias após o confronto com o Colorado.

"O que mais motivou é essa camisa, uma camisa respeitada, um torcedor que a gente sabe que é apaixonado. É por conhecer muitos jogadores, não de ter trabalhado juntos, mas de estar acompanhando e acreditar que a gente pode se recuperar muito bem dentro da competição. As primeiras semanas vão ser de poucos treinos por conta do nosso calendário. Já tem jogo quarta-feira, depois já tem jogo sábado e no outro meio de semana também. Então é muita conversa, muita reunião e levando principalmente para o campo para explicar aquilo que a gente espera que eles possam fazer dentro de campo", explicou Carille em entrevista coletiva.

O novo comandante do Leão da Barra fez questão de exaltar o trabalho de seu antecessor, Thiago Carpini, especialmente o que foi feito no ano passado. Carille reconheceu que, apesar dos esforços de Carpini, o momento atual da equipe não é dos melhores, com o Vitória sem vencer há seis jogos e sem balançar as redes há cinco.

Diante desse cenário, estabeleceu como sua primeira e principal missão ajudar o elenco a recuperar a confiança e, consequentemente, subir na tabela do Brasileirão. Atualmente, o Vitória ocupa a 16ª colocação, com 11 pontos, a mesma pontuação do Internacional, que é o primeiro time na zona de rebaixamento.

Com apenas dois dias no clube, Fábio Carille preferiu não se aprofundar em detalhes sobre contratações, embora tenha sinalizado a necessidade de novos reforços. Em contrapartida, o treinador discorreu bastante sobre como pretende organizar o time do Vitória. Ele destacou que, ao longo de sua carreira, já utilizou diversas formações táticas, mas admitiu ter uma preferida: o 4-2-3-1. Contudo, enfatizou que não hesitará em mudar a distribuição tática se o elenco assim demandar.

"Cheguei na quinta à noite aqui em Porto Alegre. O primeiro contato com todos foi na sexta. Ainda não tivemos reuniões aprofundadas, pois estamos focados no próximo jogo. Aos poucos, vou conversando com Gustavo, com o presidente, para entender o que é mais necessário em termos de contratação para o nosso elenco, para que a gente fique cada vez mais forte na competição. Então, ainda é um início, muito cedo para falar de posições, de características, entender até onde o clube pode ir e também ver o que o mercado nos oferece", iniciou o comandante rubro-negro.

"Independentemente de novos jogadores chegarem ou não, a formação que mais gosto de usar é o 4-2-3-1, e é com ela que vou trabalhar. Depois, analisaremos o mercado e as necessidades reais junto com Gustavo, o presidente e toda a diretoria. Ter jogadores com outras características pode nos fazer mudar. Gosto do 4-2-3-1, mas já joguei de muitas outras formas — com três zagueiros, no 4-1-3-2, no 4-4-2; enfim, depende muito das características. Mas, hoje, pelo que observei e percebi, junto com minha comissão e conversando com os profissionais que já estão aqui no Vitória, essa é a melhor opção para iniciarmos. No entanto, o dia a dia mostrará se poderemos jogar diferente", concluiu.


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