
A não reativação do Cartão Cidadania em Paulo Afonso, provocou uma enxurrada de protestos contra o governo do Galo alertando para o crescimento da fome e da miséria entre os já excluídos.
Como se sabe, o Cartão Cidadania foi criado no governo do então prefeito Anilton Bastos Pereira e chegou a atender cerca de 1.500 pessoas em situação de extrema pobreza. Porém, foi suspenso pelo prefeito. “Este é um ataque direto aos mais vulneráveis entre nós, e essa violência política não pode passar sem ser contestada”, sintetizou o ex-vereador Leco, para quem a proposta “é uma tentativa imoral e extremista de ferir os mais necessitados”.
“Uma mãe solteira criando dois filhos depende deste bônus para garantir que seus filhos tenham comida na mesa. Essa proposta do Galo coloca inúmeras famílias comuns em risco e não podemos deixa isso acontecer” declarou.
Uma mãe de família, que também é beneficiária do Bolsa Família, relatou a um Site local que esse auxílio era fundamental como uma renda adicional para suas compras no mercado.
“Embora o valor fosse pouco, ele fazia uma grande diferença. Eu contava com esse dinheiro para completar as compras do mercado, especialmente para garantir o leite das crianças. Não compreendo o motivo no qual o novo prefeito não reativou o programa”, questionou a usuária inscrita no programa municipal.
