Política

Paulo Afonso - Bahia - 23/05/2025

Sem ônibus modernos e muito menos paradas: cenário expõe caos e descaso no transporte coletivo na gestão Galinho

Bob Charles DRT BA 3.913
Divulgação
Ônibus quebrado na rotatória do PCtran
Ônibus quebrado na rotatória do PCtran

A promessa de modernização do transporte coletivo em Paulo Afonso continua apenas no discurso. Em plena Rua Monsenhor Magalhães, uma das mais movimentadas vias de ligação entre o centro da cidade e os diversos bairros, inclusive o BTN, a cena das pessoas, inclusive crianças e idosos esperando ônibus sob o sol forte, sem nenhuma cobertura, escancara o abandono da gestão Mário Galinho (PSD) com a mobilidade urbana.

As imagens registradas a olho nú  em algumas paradas como na rua do Coqueiro, por exemplo, revolta quem se lembra do compromisso de campanha do prefeito, que prometia renovar a frota com ônibus e instalar paradas modernas. Nada disso saiu do papel. Ao contrário: o que se vê é uma frota sucateada, horários irregulares e pontos improvisados que não oferecem qualquer conforto ou dignidade à população.

O caos é ainda mais grave nas áreas periféricas, onde muitos bairros sequer contam mais com circulação de ônibus. A falta de infraestrutura adequada obriga moradores a caminharem longas distâncias ou se deslocarem até outros bairros para conseguir acesso ao transporte coletivo, quando disponível. Do contrário, são obrigados  a tomarem um mototáxi. A população, especialmente os mais vulneráveis, paga o preço pela omissão e pela falta de planejamento da atual administração.

Enquanto cidades do mesmo porte avançam na modernização do setor, Paulo Afonso segue atolada em promessas vazias, descaso e improviso. O estilo  prometido virou piada diante da realidade dura enfrentada por quem depende diariamente dos coletivos da empresa Atlântico Transportes.

A pergunta que fica: até quando a população vai suportar tanto descaso?


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