Bastidores

Paulo Afonso - Bahia - 13/05/2025

Óleo de Peroba

Editoria de texto: Bob Charles DRT BA 3.913
Divulgação

Tem vereador sendo chamado de “óleo de peroba” por conta da pífia atuação no parlamento. Como dizem: “não fede e nem cheira”. Um mandato apagado. Dizem que o mesmo vive sempre escorado nos colegas de parlamento. População quer ver atuação. Do que adianta ter sido bem votado?

Insatisfação

Pelo que se acompanha nas redes sociais, começa a aumentar a insatisfação da população em relação ao pouco avanço do prefeito de Paulo Afonso em algumas áreas. A chamada quarentena começa a perder validade e com ela a costumeira transferência de responsabilidade para outras gestões. A máxima: “segura que o filho é teu” começa a valer.

Estelionato

O caso do não cumprimento da promessa de campanha em relação aos buracos nas vias da cidade, repercute muito negativamente em relação ao prefeito, que prometeu algo que se sabia que não passava de bravata, mas que no calor da disputa eleitoral lhe rendeu muitos votos. Ecoa na cidade que o fato não passou de estelionato eleitoral.

Equilibrista

O prefeito MCBA está aprendendo a arte de se equilibrar na prática dentro do tabuleiro político. Um dia senta-se à mesa com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em outro se reúne com o ex-governador ACM Neto.

Sauna

Os esperados ônibus climatizados ainda não  foram entregues à população. Todavia, o que era para ser um grande avanço no combalido sistema de transporte público de Paulo Afonso, acabou virando um problema para a gestão municipal. O caso virou um “prato cheio” para a oposição.

Quarentena 

Entramos no quinto mês de governo, portanto, estamos chegando em um momento sensível de avaliação. A quarentena concedida pela população ao prefeito Galinho começa a caminhar para o seu fim. Isso é percebido na diminuição dos apoios e inversamente proporcional ao aumento das cobranças.

Entre muros

Chegando no mês de maio e, até o momento, nenhuma ação para além de seus muros foi feita pela Câmara Municipal de Paulo Afonso. Com a palavra o presidente Zé de Abel. 

Presidência

Nem chegamos à metade do ano e as tratativas entre os vereadores para o próximo presidente (biênio 2027 e 2028) andam de vento em popa. Há um consenso entre a maioria de se unir e eleger do grupo o próximo gestor da Casa de Leis, em nome da sobrevivência política dos mesmos. O atual cenário parece ter servido de lição aos nobres edis.

Insatisfação 

Informações de fontes ligadas ao colunista apontam que há um elevado nível de insatisfação geral com a atuação do atual líder de governo. O que se fala é que sempre prevalece o “primeiro eu”. Nesse desgaste todo, tem vereador de olho na vaga.


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