
Esses jovens enfrentam restrições em direitos básicos como educação, água e saneamento. Dados da Unicef apontam que os piores índices estão na Bahia com destaque na educação e no trabalho infantil. A falta de oportunidade contribui sobremaneira para o aumento do trabalho de jovens em ruas e sinaleiras, como a gente vê a olho nu no centro de Paulo Afonso.
Um professor que pediu a proteção do anonimato, ressalta que soluções estruturais são urgentes e dependem de pactos entre prefeitura, governo, sociedade e iniciativa privada. Ele defende projetos de desenvolvimento social amplos, que priorizem educação, trabalho digno e acesso a serviços básicos. A Prefeitura não respondeu até a publicação desta matéria e nem vai responder.