
O estado de declínio no setor do turismo que paira em Paulo Afonso é visto pelo empresariado local, como o mais perverso da história. Todos reclamam da enorme evasão de visitantes e renda. Há pelo menos 15 anos Paulo Afonso era conhecida como a Capital da energia, a capital dos esportes radicais, a cidade era muito procurada pelo complexo hidroelétrico, o bondinho, a ilha do urubu, mas depois de certo tempo, o município limitou-se a construir praças e nada mais.
E lá se vão praticamente cinco anos e o turismo vivendo de promessa no atual governo e, como já sabemos, será uma das últimas áreas a retornar suas atividades por completo. O governo não pode deixar que novamente ocorra na atual conjuntura o que ocorreu quando o titular da pasta, Regivaldo Coriolano da Silva fez da secretaria seu gabinete politico para tentar se eleger vereador, que acabou não ocorrendo. No atual governo, nada mudou, estamos há seis meses do segundo mandato do atual prefeito e não tivemos nenhum projeto desenvolvido pelo atual secretário Nino Rangel.
O quadro é desolador. Não existem investimentos no setor do turismo no município. Os últimos secretários que passaram por Paulo Afonso, não contribuíram para construir marcas de visibilidade, com conceitos diferenciados para tornar de fato Paulo Afonso em “Cidade do Bem e do Avanço”. O turismo e o comercio que outrora foram as principais fontes geradoras de emprego e renda, agonizam. Lamentavelmente o prefeito Luiz de Deus, não acredita nas vocações economicas e no potencial da região,