Política

Paulo Afonso - Bahia - 27/12/2020

Coluna do Bob: “Ser ou não ser, eis a questão”.

Texto: Luiz Brito
Foto: Divulgação

O resultado das urnas em Paulo Afonso levou algumas pessoas a opinar erroneamente de que, “Anilton penduraria as chuteiras”. “Ledo engano!”. Os remanescentes da chamada oposição deverão conquistar espaços de poder a partir de 2022. É uma questão de lógica. O PODEMOS, por exemplo, tem o ex-prefeito Anilton para as eleições de 2022, que pode voltar ao cenário na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Anilton se consagrou como um dos melhores prefeitos de Paulo Afonso, um político decente, de bom-senso, prudente e sábio nesse mar revolto de intolerância, egoísmo e ódio em que se transformou a política. Ao longo da vida aprendi que cada eleição é uma eleição completamente diferente; em se tratando de política dois e dois pode não ser quatro. Já vi candidatos esmagados nas urnas em uma eleição, arrebentar de votos na seguinte.

DELÍRIOS:   Alguns políticos que perderam o trem - sonham em voltar à ‘estação de embarque’ em 2022. Gente estigmatizada e desconectada insistindo em ignorar a nova realidade (virtual). A postura do leitor nesta eleição mostrou: nada será como antes. Então é prudente que continuem em casa. Mais saudável e evitará ‘efeitos colaterais’.

PRETENSIOSOS. A votação pífia destinada a alguns vereadores e candidatos não lhes despertou a autocrítica por soberba, orgulho e já miram o indecifrável 2024. Ignorando o recado das urnas, não assimilaram a lição e se acham em condições de retornar à Câmara. A presunção é mesmo alma gêmea da petulância.

INTOCÁVEIS?  Iguais a outras figuras públicas como os artistas, os políticos também correm riscos pelo Covid-19. Os exemplos cruéis mostram: cada caso é um caso, não há regra geral. Portanto antes de se pensar nas eleições de 2022, o pessoal precisa repensar a conduta para preservar a própria vida. Menos vaidade, ambição e mais juízo.

PRETENDENTES e pretensiosos a uma vaga na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal já afloram. Falam em Anilton, Mário Galinho, Dr. Luiz Neto, Marconi Daniel, Luiz Humberto, Paulo Rangel; porém, havendo excesso de candidatos ‘da terra’ - há risco de ninguém se eleger e a cidade ficará órfã no legislativo estadual.”

‘PARAQUEDISTAS’: Pousam em todas as cidades e prejudicam as candidaturas ‘nativas’, inviabilizando-as inclusive. Mirem-se no exemplo de Paulo Rangel, que pesar da sua liderança de décadas não teria sido eleito em 2018 só com os votos de Paulo Afonso.

 

 


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