
PAULO AFONSO – Não fosse o prefeito Galinho (PSD) – para vários candidatos- e o candidato a deputado estadual Neto Coelho (PDT), com seus respectivos blocos na rua, o que seria do pessoal que espera a campanha para ganhar um trocado? Nunca se viu campanha tão murcha.
A julgar pelas apresentações de que participei, está uma decepção. Todos sabem que campanha na rua é caro pra chuchu. A ausência do corpo a corpo como se via, até quatro anos atrás se dá por inúmeros motivos.
Candidatos deslocados, ou seja, que disputam uma campanha pensando na outra; candidatos que gastaram antecipadamente para segurar apoios, e agora, querem fechar a conta- sem gastar mais; falta de prioridade e de recursos pura e simplesmente.
Sobram, para lembrar João Gilberto, abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim… Uma foto, uma musiquinha e bico sequíssimo para o que interessa. Nunca uma campanha foi tão escassa economicamente.
Eis que o governo Galinho, à frente da campanha do governador Jerônimo (PT), o espera para o arremate no próximo dia 25. Agenda preliminar com possibilidade de mudanças.
A vinda do governador, como resta provado, será o motor necessário para acender a velha chama e quem sabe, impulsionar o eleitor, ainda frio sobre o tanto de políticos por quem vão precisar decidir o voto.