
A realidade enfrentada diariamente pela população de Paulo Afonso parece caminhar em direção oposta às prioridades da atual gestão municipal.
De um lado, moradores reclamam da falta de consultas, demora em exames, cirurgias atrasadas, ruas esburacadas, escolas sem manutenção e entrega de kit escolar no meio do ano.
E a conta não para por aí: Com eventos ainda previstos ao longo do ano, como festas tradicionais, comemorações municipais e datas festivas, a tendência é que esse valor chegue a 10 milhões de reais até o final de 2026.
Enquanto isso, a população segue enfrentando dificuldades básicas.
Relatos apontam: falta de ambulâncias, demora no atendimento médico e espera prolongada por exames e cirurgias. A sensação nas ruas é de abandono em áreas essenciais, enquanto os investimentos seguem concentrados em eventos e festividades.
Na prática, isso significa que investir mais em cultura ou em saúde é uma decisão de gestão.
Para muitos moradores, o sentimento é de que a cidade vive uma inversão de prioridades.
Enquanto isso, a pergunta que fica é simples, e cada vez mais presente nas ruas: o que vem primeiro: o básico ou o espetáculo? Parece que para a gestão de Mario galinho a política do pão e circo deve continuar.