
Aproximadamente 230 funcionários da STIM/BAHIA/VOITH que prestam serviço à CHESF em Paulo Afonso, aderiram à paralisação da categoria, para cobrar da direção da empresa o cumprimento da liberação do dissídio coletivo de trabalho. A ação foi desencadeada no início da semana e segue até hoje sem solução. Estão sendo interrompidos de manutenção de geradores. Mas não risco de faltar energia.
De acordo com um funcionário que pediu para ser identificando, caso a direção não estabeleça diálogo com os trabalhadores, eles poderão decretar greve por tempo indeterminado. É importante entender que o dissídio coletivo é uma ação trabalhista utilizada para resolver conflitos entre sindicatos e empregadores quando não há acordo.
O dissídio coletivo é um processo judicial que visa fixar as condições aplicáveis às condições de trabalho, como reajustes salariais e benefícios. Se a empresa não pagar o dissídio, os trabalhadores podem buscar ação judicial para garantir seus direitos, e a empresa pode enfrentar multas e penalidades. Lideres do movimento aguardam a presença da direção do sindicato para assegurar aos trabalhadores a efetivação do dissídio coletivo de trabalho.
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.913