
A luta contra o feminicídio deve ser diária, não apenas quando uma tragédia acontece e a sociedade se levanta. Precisamos escancarar essa realidade sempre, porque só assim podemos prevenir e evitar novos crimes.
Não podemos calar. O silêncio é cúmplice e pode significar a diferença entre a vida e a morte de mais uma mulher.
É hora de transformar indignação em ação, cobrar das autoridades respostas concretas e assumir, como sociedade, o compromisso de proteger nossas mulheres.
Feminicídio não é estatística: é dor, é ausência, é violência que precisa ser combatida todos os dias.
“A luta contra o feminicídio é diária não começa no luto, começa na vida.”
Fonte/Autor: Itaibes Paiva