
Os vereadores de oposição devem acionar o Ministério Público de Paulo Afonso e instaurar uma Ação Civil Pública (ACP), questionando a quantidade de casas alugadas desnecessariamente ao município, quantos são e o valor desses imóveis.
Há rumores de que tem funcionário inclusive do primeiro escalão, suspeito de que ter alugado sua própria residência para a Prefeitura, com o contrato de locação em nome da esposa de seu cunhado e valores significativamente acima do mercado. Uma delas, seria uma casa localizada na rua E, próximo à UNEB, que funcionou como o QG de reuniões do galo, em 2024. Não me pergunte quem é o proprietário.
O contrato, segundo uma fonte prevê um pagamento mensal — três vezes o valor de mercado para a propriedade —. Se for verdade, essa prática indubitavelmente gera prejuízos ao erário com contratos superfaturados.
Há informações do envolvimento de outros agentes públicos, e familiares de secretários, indicando uma possível rede de fraude administrativa.
Diante dessas supostas evidências, urge a necessidade de a bancada de oposição mostrar algum serviço a sociedade, investigar e em caso comprobatório solicitar a notificação dos envolvidos, além de solicitar ao tribunal a nulidade dos contratos a indisponibilidade de bens dos acusados. É assim que funciona.
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.913