
PAULO AFONSO- Antes de avançar, gostaria de constatar uma obviedade: Luiza é a neta de Luiz de Deus. Claro que não falo do sangue, mas do seu DNA político.
A jovem, de 2022 para cá, não mudou apenas o penteado, mas sobretudo, causa perplexidade como ela transgrediu de espectro político para se adequar à realidade, e se transformou na política de maior referência do PT na região.
Vou provar o que digo. Ontem, durante a visita da secretária de Educação, Rowenna Brito, ao NTE 3 (Nucelos Territoriais de Educação), constava a presença de outras figuras do PT, todas muito desbotadas frente à astúcia e desenvoltura de Luiza.
Luiza recebeu o abraço mais apertado e caloroso de Rowenna. Depois, a secretaria concedeu entrevista à RBN, na qual explicara que veio “dá um pontapé para o ano letivo” visitando as regionais. Mas estava dada a afinidade com Luiza, estava transparente.
Se gente do PT vê a coisa toda de rabo de olho. Resta os versos de Kelly Key: “Baba, olha o que perdeu/ Baba, criança cresceu…”
Pois é! E tem outra: olhando de perto, nenhuma política com mandato se aproxima de Luiza de Deus. Ela melhor. O problema reside na natureza. Lulinha, o tio, tem serviço prestado e é, por esses dias, a única chance de vencer Galinho (PSD). Contudo, não demonstra qualquer afeição à política, enquanto Luiza está no ponto.
Ainda na pauta. Me incomoda bastante que o material da pré-campanha para a eleição de outubro tenha foco em Galinho. A campanha é federal, por favor!
Fonte/Autor: Ivone Lima