
A saúde pública de Paulo Afonso vive seu pior momento sob a administração do prefeito Mário César Barreto Azevedo (PSD). Relatos de internações em corredores, ambulâncias paradas por falta de leitos e promessas de campanha que nunca saem do papel mostram um governo que prioriza o marketing em vez da vida.
Paulo Afonso está doente, e o remédio da atual gestão tem sido apenas propaganda. O que se vê hoje nas hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde é o retrato do descaso: filas intermináveis, profissionais sobrecarregados e uma população humilhada que espera meses por uma simples consulta com clínico geral.
A crise atingiu um nível de desumanidade insuportável. O prefeito Mário galinho, no entanto, parece viver em uma cidade paralela. Enquanto a publicidade oficial tenta vender uma Paulo Afonso moderna e eficiente, a realidade das famílias que dependem do SUS é de abandono.
A estratégia da atual administração é clara: saturar as redes sociais e a mídia paga com “entregas” que não resolvem o problema estrutural. A falta de médicos e a má gestão dos recursos públicos criaram um gargalo que a prefeitura se recusa a solucionar. Paulo Afonso, outrora referência em medicina, hoje amarga o título de cidade onde a espera pode ser fatal.
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.913