
Mais um capítulo do desgoverno que tomou conta da Prefeitura de Paulo Afonso. Nesta quarta-feira (10), o Secretário de Agricultura e Aquicultura. André Vitor, pediu demissão e deixou claro que não dá mais para compactuar com o caos instalado na administração de Mário César Barreto Azevedo (PSD).
Segundo relatos internos, André jogou a toalha após constatar que a população virou refém da inexperiência administrativa e do descontrole político do prefeito Mário Galinho
Vale lembrar que ele não foi o primeiro a abandonar o barco. Antes dele, Josemir Chaves, administração, Clebson Mireno, Ascom, e William Campos, Infraestrutura, — também pediram exoneração
Em menos de um ano, 4 secretários renunciaram ao cargo. Coincidência? Fontes ouvidas são categóricas: o denominador comum é Mário Galinho.
Sem nunca ter administrado uma empresa ou sequer um carro de picolé, Mário César Barreto Azevedo ignora os fundamentos mais básicos da gestão pública. É descrito por servidores como impulsivo, autoritário, despreparado e alheio ao diálogo técnico.
O vice prefeito Pedro Macário Neto, embora qualificado, foi transformado em peça decorativa, sem voz nem comando — um enfeite institucional. Enquanto isso, a saúde pública de Paulo Afonso afunda. O clima é de desalento, desrespeito e absoluto desgoverno.
A população sente na pele os reflexos do abandono: unidades desorganizadas, profissionais desmotivados e uma gestão que parece mais empenhada em marketing político do que em cuidar das pessoas.
A administração de Mário César Barreto Azevedo vai se consolidando como uma das mais confusas, despreparadas e sem rumo da história recente de Paulo Afonso. Um governo que mistura voluntarismo com autoritarismo, improviso com arrogância — e entrega como resultado uma cidade paralisada e uma saúde pública em frangalhos.
Até quando Paulo Afonso vai suportar essa experiência fracassada?
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.913