
Se as eleições municipais fossem hoje, indubitavelmente eu apoiaria um candidato de centro em vez do atual prefeito Mário César Barreto de Azevedo. “A minha posição sempre foi, e continua sendo, muito clara: uma opção de centro, de equilíbrio, de ponderação. Um candidato que seja capaz de dialogar com a esquerda e com a direita, de ser respeitado pela opinião pública e que seja também um pacificador. O candidato que compuser esse perfil, a meu ver, terá grandes chances de disputar de forma competitiva as eleições municipais. A pergunta que não quer calar é: QUEM?
Ainda sobre o cenário imaginário para as eleições municipais, é impossível admitir que o município tenha que suportar mais um mandato sob a administração do atual prefeito. O preço disso será alto demais para o nosso povo, viver mais quatro anos de ilusionismo. Com a população assistindo ao prefeito, seus familiares e alguns poucos apaniguados se locupletarem, em detrimento do sofrimento da grande maioria.
O tempo poderá, também, me corrigir se houver alguma falha na interpretação.
“Nessas últimas eleições, eu não votei nem no Mário Galinho, nem no Marcondes Francisco, e estou pagando caro pelo erro que a maioria cometeu ao imaginar que finalmente um filho de Paulo Afonso corresponderia ao maior sonho da população e transformaria a ex cidade o Bem e do Avanço, na oitava maravilha da Bahia. Ledo engano.
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.813