
Moradores do município se ressentem da ausência de médicos. O índice está muito aquém da média nacional, que é de 3,07 médicos por mil habitantes, e evidencia as desigualdades regionais no acesso à saúde.
É notória a desigualdade entre Paulo Afonso e algumas cidades da região. A exemplo de Jeremoabo (BA) e Delmiro Gouveia (AL), que se destacam com maiores índices de profissionais.
A média mundial é de 3,7 médicos por mil habitantes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda ao menos um médico para cada 1.000 pessoas. Paulo Afonso tem cerca de 120 mil habitantes. Outro dado alarmante. É só observar a quantidade de pessoas que se deslocam diariamente para tratamento fora do domicílio (TFD)
Os números reforçam o desafio de garantir assistência médica na cidade. Para especialistas, a expansão equilibrada da formação e fixação de profissionais é essencial para reduzir as disparidades entre Paulo Afonso e cidades do nterior.

Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.913