
A Câmara de Vereadores de Paulo Afonso deve imprimir prioridade e rigor na iniciação do processo de fiscalização da aplicação dos recursos ( 40 milhões), que o prefeito recebeu do governo federal, além de um orçamento de R$ 150 milhões, segundo o ex-vereador Marconi Daniel, que são destinados para a saúde pública.
MD criticou o uso excessivo desses recursos em festas e cantores caros, inviabilizando ainda mais o retorno das atividades do centro cirúrgico e a contratação de médicos . MD pediu explicações do prefeito e questionou a transparência no uso de recursos públicos.
Cadê os números
Sobre a movimentação financeira destinada aos festejos em Paulo Afonso?. Só 40 milhões vieram do governo federal. Já estamos quase em setembro e, pasmem, até agora nada!
Síndrome da caridade
Começou a temporada de políticos levarem aos bairros e municípios mutirões de atendimentos médicos, odontológicos e jurídicos. Isso é explicável: no próximo ano teremos eleição e os candidatos querem aparecer para o eleitorado como caridosos, mas na verdade querem é os votos de quem é atendido. Essa síndrome da caridade só aparece em eleições.
Fim da imoralidade (sic)
Quando um Juiz de Direito ou um magistrado de instância superior comete, por exemplo, um crime de estelionato, entra na chamada “aposentadoria compulsória” – se aposenta ganhando o mesmo salário-base, mas, a mamata tende a mudar: começou tramitar na Câmara Federal projeto que acaba com a imoralidade. Não se pode ter casta no crime. Aqui em Paulo Afonso tivemos exemplo.
Fonte/Autor: Bob Charles DRT BA 3.912