
Enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,26% em maio no país, Paulo Afonso apresentou estabilidade nos preços, com variação de 0,00% no mês, segundos pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado local contrasta com a média nacional e está diretamente ligado à queda no preço de alimentos básicos, como o ovo (-9,09%) e o arroz (-6,26%), que pressionaram o índice para baixo.
Apesar da estabilidade nos preços gerais, alguns itens sofreram aumento. Um exemplo é a tarifa de água e esgoto, que teve reajuste de 4,76% e impacto de 2,37% no grupo Habitação, refletindo reajustes tarifários em vigor desde 1º de maio.

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos, registrou variação de 0,09% em maio na ex capital da energia, também a menor do país. No acumulado do ano, o INPC local é de 1,61% e, em 12 meses, está em 5,10%.
Em Paulo Afonso, os principais vilões da inflação de maio foram os reajustes na conta de energia elétrica residencial, influenciados pela volta da bandeira amarela, que adicionou R$ 1,885 a cada 100 KWh, e os aumentos nos preços da batata-inglesa (10,34%) e da cebola (10,28%).
Fonte/Autor: Bob Charles - Editoria Econômica