Economia

Paulo Afonso - Bahia - 05/10/2018

Artesãos enfrentam dificuldades para consolidar a profissão

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Foto: Tiago Santos

 Em Paulo Afonso, artesãos se queixam da falta de espaços adequados para exibir seus produtos e do apoio reduzido às suas atividades. O artesão Joelson Luminárias que trabalha única e exclusivamente com PVC, durante entrevista esta semana ao programa Diário da manhã, da Radio Betel FM Comunitária, 104,9, disse que suas dificuldades são semelhantes às da maioria dos colegas espalhados pelo país.

“Viver do artesanato não é nada fácil. A renda inconstante dificulta a vida dos profissionais”, disse Joelson. “Eu vivo do artesanato, mas o trabalho não é valorizado como deveria. No entanto, eu amo o que faço foco no meu trabalho e só penso nas próximas criações.”

Seu colega Antônio Carlos é também professor, reforça que “Tudo é muito trabalhoso, mas ver o resultado final é gratificante”, definiu. Joelson contou que o artesanato “entrou na sua vida por acaso, mas logo foi, “criando gosto” com o tempo, até transformar a habilidade em profissão.

Joelson Luminárias e Antônio Carlos lamentaram as dificuldades encontradas no exercício da profissão, e se ressentiram da ausência do município que não incentiva as manifestações culturais.

O artesanato representa valores regionais, crenças e culturas que retratam as danças, festas, trabalho e religiosidade de povos diversos, todavia não temos uma Casa do Artesão que se proponha  a divulgar o trabalho dos artesãs e dos artesãos da região.

Antônio Carlos também é professor  complementa o discurso ao avaliar que o "O artesanato também está inserido na economia criativa e precisa ser cada vez mais revelado,, aproveitando as novas possibilidades tecnológicas e modelos de gestão e comunicação."

 


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