Política

Paulo Afonso (BA) - 10/12/2011

‘Agora é acompanhar o velório’, diz dirigente do PP

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O ministro Mário Negromonte (Cidades) esteve nesta quinta-feira no Senado, atendendo a convocação da oposição. Na sua fala, negou irregularidades em obras de transportes ligadas à pasta em Cuiabá, cidade-sede da Copa de 2014. Seu depoimento, no entanto, não mudou em nada sua situação política. "Nosso papel agora é acompanhar o velório", disse ao blog, ao final do depoimento, um dirigente do partido. Negromonte hoje tem o respaldo de um pequeno grupo de deputados federais. É possível quantificar esse apoio: na semana passada, os aliados do ministro tentaram um abaixo-assinado para conquistar a liderança da bancada na Câmara. Obtiveram assinaturas de 13 dos 38 deputados. Com isso, o controle continua a ser do grupo ligado ao senador Francisco Dornelles (RJ), presidente da legenda. A essa cúpula, os ministros do Palácio do Planalto -entre eles Gilberto Carvalho e Ideli Salvatti- asseguraram, em reiteradas conversas, que o partido manterá o Ministério das Cidades na reforma ministerial. Mas a queda de Negromonte é dada como sacramentada. "Quanto a isso são favas contadas. O problema dele não é só o partido, e sim de gestão", vaticina o interlocutor do Planalto. Dada a situação do ministro, a legenda ideal para a foto acima, tirada durante seu depoimento no Senado, é uma só: um café e a conta, por favor.


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