Política

Paulo Afonso - Bahia - 05/04/2021

100 dias de governo 2

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Foto: Divulgação

Com seria de praxe, os gestores costumam anunciar os seus 100 dias de governo com apresentações de projetos e seus feitos, mostrando para que vieram e foram eleitos.

Apesar de quase nenhuma ação que mereça destaque, o atual governo já mostrou para que veio nessa nova temporada:

. Atraso nos pagamentos dos Servidores

. Demissões em massa

. Calote em empresas de comércio e prestação de serviços.

. Caos na saúde

. Descaso com a educação

. Social perdido, ainda não entendeu seu papel.

. Prejuízo ao comércio e setor de serviços

. Desemprego batendo recorde

. Artistas abandonados, mas 4 milhões foram gastos em eventos sem explicação durante a pandemia

. Uma prefeitura declarada falida e uma conta cheia de furos que precisam ser esclarecidos.

Poderia o prefeito, até colocar a culpa no seu antecessor, como muitos eleitos fazem, porém trata-se do próprio. Ele mesmo em quatro anos criou e se presenteou com a tal “herança maldita”.

O período anterior já entrou para história como um governo ausente, inoperante e nebuloso. E não foi devido a pandemia (que surgiu em seu último ano de desgoverno), o que para os analistas políticos, foi de onde veio o fôlego financeiro para o suspiro final que garantiu a vitória apertada (independente de seus meios) em 2020.

Antes da pandemia a cidade já estava em crise, e mesmo com um empréstimo de cerca de 80 milhões através da Caixa Econômica, muitas obras ficaram paradas, nenhuma escola ou creche construídas, falta de empregos, turismo em queda brusca, a saúde já estava em decadência e os recursos financeiros (cerca de 1,5 bilhões de reais) inexplicavelmente se exauriam fazendo o prefeito anunciar que a cidade estava falida. 

A PANDEMIA

O mundo se viu atingindo pelo COVID, e tudo de repente parou, poderia ser o momento de dar um freio de arrumação – A cidade declara Calamidade Pública, e com isso veio a prerrogativa de contratar sem licitações, adiar prestação de contas e deixar de pagar contas em dia, e claro, mais recursos externos entraram nos cofres municipais.

Um ano se passa e a pandemia se estende agravando-se a cada dia em nossa cidade. O que salvou as eleições em 2020 agora é a vilã da vez em 2021.

Em 100 dias de governo o Prefeito Luiz de Deus apareceu menos de 20 dias para trabalhar, mas a assinatura eletrônica carimbando decretos de demissões e fechamento do comércio, somam insatisfação e grandes prejuízos. A culpa agora é da pandemia.

O RECURSO CONTINUA A ENTRAR

Sabe-se que o município recebeu de repasses extras para o combate ao Covid cerca de 15 milhões de reais (?), e continua recebendo de forma ordinária aproximadamente 35 milhões mensais. Mesmo sem aulas, corte em gastos com energia elétrica, água, gás e combustíveis, sem eventos e campeonatos, sem obras, redução de quadro, o recurso sumiu.

Vale lembrar que com o prefeito anterior deu para construir a Nova Feira, o Colégio João Bosco e o CEMPA BTN, Creches, cobrir e construir quadras de esportes, pavimentar ruas, ampliar as ações sociais, Casa da Cultura, Estação Juventude, Fardamento e Kit Escolar, novas praças, melhorar o salário dos professores e sempre pagando em dia e muitas vezes até antecipados – Observando ainda que o recurso era quase a metade do atual

O GOLPE NA POPULAÇÃO

Foram 23.015 Pessoas que votaram na continuidade do que já estava dando errado. Uma minoria que deu sobrevida ao regresso, porém, dessa escolha, toda a população pagará um alto custo (Paulo Afonso possui hoje cerca de 120 mil habitantes). Agora pergunto: Apenas 100 dias depois de seu novo governo, essas pessoas votariam novamente? Outra pergunta: Onde está indo o recurso? 

 

 


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