Política

Paulo Afonso - Bahia - 24/09/2020

Nem recorde de candidaturas a prefeito e nomes de qualidade garantem interesse do eleitor

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Foto PA4 (Ozildo Alves)

Pauloafonsinos vivem impactos da pandemia, da crise econômica, da redução do auxílio emergencial, do desemprego e da alta na compra do supermercado em período eleitoral.

Em meio a um cenário nada animador, 84.751 eleitores irão zonas eleitorais de Paulo Afonso no dia 15 de novembro escolher o novo prefeito, vice-prefeito e os 15 vereadores da terra da energia, do trabalho fica por conta da prefeitura.  

Estimativas apontam que, além daqueles que habitualmente não saem de casa para votar a cada dois anos, o percentual de abstenção pode superar 30% em 2020. O motivo adicional seria o medo de ser infectado pela Covid-19.  Mas e o eleitor? Está mesmo ligado na disputa eleitoral que terá início neste domingo, 27?.

Com uma campanha que provavelmente será bastante explorada na internet, muita gente não estará disposta a receber o candidato a prefeito, quanto mais o concorrente ao Legislativo, em casa. Quanto mais sair para votar! Os nomes conhecidos podem ter mais chance? É possível que sim. Posso afirmar isso com toda certeza? Jamais.

Mas, sem dúvida, é um processo eleitoral bastante atípico. Pela nova realidade de muitas candidaturas, realizado no meio da pandemia de uma síndrome respiratória aguda grave e diante de uma crise que impõe diversas incertezas para o futuro gestor de Paulo Afonso.

 

 


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